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20 de julho de 2012

Estreia nos cinemas: Valente

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Mais um ano se passou e eu estou aqui de novo falando sobre mais um filme da Disney Pixar. Vou jogar fora as críticas de outros por que, pra mim, cada um tem sua opinião. Na minha, esse filme é muito, muito bom! Você se apaixona por Merida e pelos seus cabelos crespos.

Não vou fazer spoiler, mas não vou ficar calado. Pra começar, vou falar do começo. Bem no começo mesmo, pois primeiro vou falar do curta que vem antes do filme: La Luna. Até o último minuto você não entende o propósito dessa família. Mas no final, tudo fica claro. Um curta bem bonito. Vale a pena

Agora vamos falar do principal: VALENTE! Quando eu vi logo o início, fiquei com mais vontade de ver o filme. Não sei como descrever qual é parte mais empolgante... a heroína Merida, o seu belo cabelo vermelho, a música, as paisagens ou tudo isso junto.

Com piadas boas e cenas rápidas, você fica admirado pela obra dos diretores Brenda Chapman e Mark Andrews. Vale lembrar que nos mais de 25 anos de Pixar, o estúdio nunca fez um filme com uma protagonista do sexo feminino. Mais um motivo para Valente ser tão aguardado pelos fãs e pelos próprios funcionários da Pixar.

Voltando a crítica, o filme mostra que Merida não está feliz com a tradição de ter que se casar com um dos filhos dos lordes amigos do seu reino, pois todos são... ridículos, no mínimo. Mas sua mãe acha que é o melhor para ela. O clima pega fogo quando ela compete pela própria mão e consegue ganhar dos três no arco e flecha.

Com raiva e tristeza ao mesmo tempo, Merida encontra uma bruxa muito engraçada que faz um feitiço que vai causar um caos na sua família e no seu reino. Agora ela tem que reverter o feitiço e lutar contra o misterioso Mor'du, que não é apenas um urso e que vem assombrando seu reino a muito tempo.

Logo que você sai do filme se sente valente igual a heroína. Mas eu percebi que esse filme não é feito para crianças, como Carros 2. Tem cenas escuras e misteriosas. A Pixar aposta, nesse filme, nos adolescentes e pais, mostrando a relação instável dos dois lados.

A ficha do filme tem dois diretores devido a saída de Brenda Chapman do projeto em 2010, alegando "desacordos". Foi substituida por Mark Andrews. Na dublagem, a atriz escocesa Kelly MacDonald emprestará a voz para Merida.

Show de bola! Leve seu amigos e familiares e curta o escurinho do cinema com essa bela animação.

Gabriel Hansen

8 de janeiro de 2012

Estreia nos cinemas: Alvin e os Esquilos 3

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Para a alegria de uma legião de fãs mirins e desespero de muitos pais arrastados para o cinema, o sexteto de roedores está de volta às telas com Alvin e os Esquilos 3, que estreia nessa sexta apenas na versão dublada. A trama envolve os mesmos ingredientes dos filmes anteriores. Afinal, time que está ganhando não se muda.

Alvin (dublado por Fabio Lucindo) e seus irmãos Simon (Wendel Bezerra) e Theodore (Rodrigo Andreatto) são uma banda de sucesso, o que proporciona muito conforto para seu dono, Dave (Jason Lee). A ponto de poder levar para uma viagem de navio não apenas o trio como também suas amiguinhas, igualmente esquilos: Eleanor (Fernanda Bulalra), Jeanette (Tatiane Keplmair) e Brittany (Eleonora Prado).

A boa notícia é que em Alvin e os Esquilos 3 há menos cantoria estridente – ouvidos agradecem. Já as estrepolias de Alvin e sua trupe não mudam muito. Eles se apoderam do cruzeiro de luxo e o transformam em seu quintal. Até o momento em que o grupo todo – junto com Dave e o ex-empresário ganancioso Ira (David Cross) – acaba numa ilha que parecia deserta.

A entrada de Zoe (a comediante Jenny Slate) traz ao filme um humor um pouco mais adulto, sem perder de vista que este é um entretenimento-família. Isolada na ilha há vários anos, a garota é uma paródia do personagem de Tom Hanks em “Náufrago”. Ao invés de uma única bola como amigo, ela tem várias, de diversos tamanhos.

Passando longe de qualquer complexidade, as peripécias são meras desculpas para Alvin e a esquilada brilhar, cantar e dar algumas lições de vida para o público infantil. A desobediência e suas consequências até fazem lembrar o desenho Fievel- cujo público hoje tem idade para levar seus filhos ao cinema.

->Texto de Alysson Oliveira, do site CineWeb.

25 de dezembro de 2011

Estreia nos cinemas: Gato de Botas

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A lembrança mais forte que muita gente tem de Shrek 2 (2004), é a do felino de olhos grandes e melancólicos fazendo cara de coitado e segurando seu chapéu todo encolhido quando queria convencer alguém. Ele, claro, é o Gato de Botas que, finalmente, ganha um filme só seu, que chega aos cinemas brasileiros em cópias dubladas e legendadas – ambos nas versões convencional e 3D.

O personagem criado pelo francês Charles Perrault, no século XVII, ganha uma nova roupagem nessa história que combina vários contos de fada com resultado um tanto desigual – favorecendo mais o protagonista, por razões óbvias, e transformando num chato quase insuportável o ovo Humpty Dumpty .

O roteirista Tom Wheeler mistura tudo – gato, ovo, feijões mágicos, gansa dos ovos de ouro – e cria uma história um tanto estranha. O Gato (voz de Antonio Banderas, na versão original) é um fora-da-lei mexicano, cheio de charme e mais cheio ainda de si, criado num orfanato. Seu plano no momento é roubar os feijões mágicos de Jack (Billy Bob Thornton) e Jill (Amy Sedaris), subir ao castelo do gigante nas nuvens e roubar alguns ovos de ouro.

No meio do caminho, conhece Kitty Pata-Mansa (Salma Hayek), outra gata fora-da-lei com o mesmo objetivo, que acaba levando-o ao seu chefe, o misterioso ovo Humpty Dumpty (Zach Galifianakis). Entra um flashback – um tanto longo – sobre a infância do gato e do ovo que se conheceram no orfanato, onde se tornaram amigos e depois brigaram, tornando-se inimigos.

Humpty Dumpty é, a priori, um personagem dividido por conflitos internos, transitando entre o bem e o mal. Ele é amigo do Gato, ama-o como irmão, mas, ao mesmo tempo, é seu rival e o odeia por ter sido abandonado no passado. Seria um personagem interessante, mas, por seu desenvolvimento no roteiro, torna-se o chato de plantão.

O Gato, Kitty e seus amigos bichanos garantem uma boa dose de charme para o filme, cujo colorido vibra no 3D eficiente. A história da dupla felina segue linhas convencionais – rivais que se unem para um bem comum e acabam se apaixonando. O sotaque espanhol do personagem remete ao Zorro – mas isso é só um detalhe numa história em que um gato é irmão adotivo de um ovo e todos levam isso numa boa.

Dirigido por Chris Miller (Shrek Terceiro), Gato de botas não tem nenhuma ligação direta com os filmes do ogro. O bichano ganha seu próprio filme, que se sustenta por si próprio. Não é tão bom quanto o primeiro Shrek, mas também é melhor do que suas sequências.

->Texto de Alysson Oliveira, do site CineWeb.

2 de dezembro de 2011

Estreia nos cinemas: Operação Presente

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Em uma sociedade que o Natal lembra dinheiro, vendas e outras coisas, mais um filme lembra o verdadeiro espírito natalino. Operação Presente é o nome do filme, que, parece um tema de vários outros filmes e blá, blá, blá... Mas esse tem humor, diversão e aventura!

Arthur é o personagem principal (Sim, é o que você leu, não é o Papai Noel). Ele é o filho mais novo do Bom Velhinho e, por isso, não tem direito ao cargo. Steve, o primogênito, só pensa em entregar os presentes e coordenar os duendes.

Vovô Noel, que já foi Papai Noel, mas se aposentou, vive reclamando que o Natal, atualmente, não é a mesma coisa que antigamente (E ele tem razão!). Mas em um Natal, Papai Noel esqueceu "apenas" uma criança no mundo inteiro e, para que o Natal dessa criança não vire um trauma, Arthur e Vovô Noel vão atrás dela.

Eles pegam um trenó mais com as renas (que Arthur nem conhecia, já que o atual trenó era parecido com uma nave espacial) e vão cruzar o mundo com o presente tão aguardado pela criança. Vai ser muita diversão pra todas as idades!

Com a direção de Sarah Smith, o filme tem no elenco, James McAvoy, de Gnomeu e Julieta, que fará a voz o Arthur; Hugh Laurie, da série House, que emprestará sua voz para o filho mais velho do Noel, Steve; Jim Broadbent fará a voz do Papai Noel. Já o divertido Vovô Noel tem a voz de Bill Nighy.

Gabriel Hansen

Estreia nos cinemas: Os Muppets

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Seja lá quem for que teve a brilhante ideia de ressuscitar os Muppets, merece todos os aplausos do mundo – especialmente porque o novo filme da trupe de bonecos é diversão do começo ao fim. E, a melhor notícia, não apenas para adultos.

Há um inegável senso de nostalgia no longa Os Muppets, dirigido por James Bobin – mas o resultado não é melancólico. Olha para o passado, mas não se esquece do presente e do futuro, ou seja, das crianças de hoje e da possibilidade de uma franquia que pode, novamente, durar anos. O filme circula em cópias dubladas e legendadas.

Quem via os Muppets décadas atrás na televisão e em alguns filmes vai reencontrar o humor ingênuo, que, por isso mesmo, é capaz de fazer rir. Os personagens criados por Jim Henson, aliás, são como crianças, com suas tiradas despidas de ironia ou cinismo. Combinado a isso está o despojamento deste longa, em que os personagens não apenas riem de si mesmos, mas também do filme. O único senão desta nova versão é que o sapo conhecido no Brasil como Caco agora atende aqui também pelo nome original, Kermit. Pura bobagem globalizada e desnecessária.

O roteiro é assinado por Jason Segel (Professora sem classe), que também atua no filme, como irmão de Walter, que seria um Muppet mas, como vive com seu irmão humano, é uma figurinha meio perdida no limbo do existencialismo. Mas isso pouco importa, porque ele é o fã número 1 dos Muppets e fica bastante deprimido quando viaja com o irmão e a noiva deste, Mary (Amy Adams, que há muito não se via tão meiga e engraçada), para a Califórnia, onde pretende visitar o teatro e os estúdios de seus ídolos.

Quando se descobre que a trupe não existe mais, resolvem procurar o sapo e sugerir uma reunião. Isso vem a calhar, porque um barão do petróleo (malevolamente interpretado por Chris Cooper) quer derrubar o teatro, pois há algo de muito precioso em seu subsolo. Para salvar o palco onde foram famosos, os Muppets devem se unir e fazer um Teleton, para arrecadar dinheiro.

A história, claro, é bem simples, mas dessa simplicidade Bobin e companhia conseguem tirar algumas lições de vida – nada didaticamente chato ou panfletário como Happy Feet 2 – e muitas risadas.

O reencontro de alguns personagens é memorável. O urso piadista Fozzie trabalha num show de segunda, que imita os verdadeiros Muppets. Já Miss Piggy tem a posição que merece: é a editora da revista Vogue francesa. Isso, aliás, resulta num dos melhores momentos do filme: sua secretária é vivida por Emily Blunt, praticamente repetindo seu papel em O diabo veste Prada. O elenco também inclui Jack Black, Zach Galifianakis, Selena Gomez e Whoopi Goldberg.

Longe dos efeitos digitais que entulham o cinema infantil, Os Muppets é divertimento retrô que encontra diálogo com adultos e crianças – não necessariamente pelos mesmos motivos. A trilha sonora, diga-se de passagem, está longe do que se esperaria de um filme infantil, com versões para músicas de Paul Simon, Nirvana e Jefferson Starship – mas, e daí, os Muppets nunca foram convencionais mesmo.

-> Texto de Alysson Oliveira, do site CineWeb.

25 de novembro de 2011

Estreia nos cinemas: Happy Feet 2

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Com o impressionante desenvolvimento da informática, a tecnologia da animação está cada vez mais acessível aos mais diversos estúdios. Movimentos precisos, paisagens deslumbrantes, personagens de altíssimo carisma, cores, texturas... tudo isso está cada vez mais irretocável nos atuais longas de animação.

Grandes roteiros, porém, parece ainda uma área dominada por poucos. Bem poucos. Talvez somente pela Pixar, arriscaria dizer. A chegada aos cinemas de Happy Feet 2 comprova novamente esta tese. O visual das geleiras é de tirar o fôlego, as “tomadas” subaquáticas beiram à perfeição, os personagens são extremamente simpáticos e divertidos (para a alegria dos licenciadores de brinquedos, é claro)... mas e a trama? A chamada história, roteiro, argumento, aquilo que deveria ser o mote principal de todo e qualquer filme, onde anda?

É fácil verificar: neste segundo episódio, os pinguins Mano e Gloria estão casados e tem um filho, Erik. E adivinha só: a exemplo do seu pai no primeiro filme, o pequeno pinguim também está encontrando dificuldades em encontrar espaço em seu mundo gelado. A autoafirmação só virá após a vitória sobre novos e terríveis perigos que ameaçam a própria sobrevivência da raça. Peralá! Já não vimos este filme antes? Várias vezes. Superação, busca pelos ideais, a valorização do diferente, o discurso contra a intolerância, tudo reciclado e requentado para o mundo dos pinguins.

Happy Feet 2 vale somente pelo seu visual caprichado e pelo bom ritmo de ação, mas peca pela mesmice de roteiro. Mas como parece que pouca gente se preocupa com isso ultimamente, pegue as crianças, divirta-se... e não se esqueça da pipoca. Afinal, é delas que o cinema sobrevive...

-> Texto de Celso Sabadin, do site Cineclick

6 de novembro de 2011

Estreia: Justiça Jovem

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Depois de Super-Homem, The Flash, Batman, Aquaman... Agora uma galera mais jovem salvar o mundo. Formada por Robin, Kid Flash, SuperBoy, Artemis, Aqualad e Miss Martian, esse grupo se chama Justiça Jovem. O desenho, inspirado nos quadrinhos que tinham esse título, será exibido pelo Cartoon Network.

Eles cresceram e querem um espaço na superliga, formada pelos clássicos heróis Batman, Super-Homem, Flash, etc. Mas seus "antepassados" acham que eles ainda são muito jovens para entrarem na categoria master dos superheróis.

Para provarem seus poderes, eles se juntam e formam a Liga Jovem. Mas não será fácil ser um herói, pois além de salvar o mundo, eles têm que estudar, fazer as tarefas de casa, e, também, se divertirem!

Vale lembrar que Robin é o parceiro de Batman; Kid Flash é o parceiro de Flash; Superboy é o clone adolescente do Super-Homem; Artemis é sobrinha do Arqueiro Verde; Aqualad é o aprendiz de Aquaman; e Miss Martian é a sobrinha do Caçador de Marte.

A estreia é nessa segunda, dia 7, às 17h, com um especial de uma hora, no Cartoon Network. A exibição regular será entre segundas e quintas, no mesmo horário. Haverá uma maratona dia 27 de novembro, das 9 às 17h.

4 de novembro de 2011

Estreia: Pop Pixie

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O sucesso das fadas de O Clube das Winx está rendendo frutos. Tanto que ganhou um spin off (série derivada). Pequenas personagens que aparecem na segunda temporada do desenho original agora protagonizam a nova produção Pop Pixie, que estreia dia 05 de novembro, às 8h30, no Nickelodeon.

Num mundo mágico em miniatura, gnomos, elfos, fadas e animais falantes fazem parte do reino encantado das Pixies. A cidade de Pixiville é onde essas criaturas fofas vivem, cercadas de magia e em muita harmonia com a natureza. Cada uma delas têm um poder diferente.

Claro que nem tudo é um mar de rosas. Nessa cidade vivem também alguns duendes que insistem em aprontar e fazer confusão. Os Pixies deverão usar seus poderes mágicos para ajudar os outros e manter a paz na cidade. Confira um vídeo do desenho abaixo.

->Texto do blog MUNDO ANIMADO.

30 de outubro de 2011

Estreia: Lucky Fred

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Já pensou encontrar um robô no seu quintal e viver várias e incríveis aventuras? Com Fred, um garoto de 13 anos, isso acontece. Ele é a estrela da nova série da Nickelodeon, Lucky Fred, que estreia dia 1 de novembro, às 13h.

A história começa quando um robô cai no telhado da casa de Fred e invade seu quarto, bem de madrugada. Fred se torna o dono desse simpático robô que adora se transformar em qualquer coisa!

Criada por Myriam Ballesteros (Lola & Virginia), a série tem 52 episódios, com 11 minutos cada. A animação é um dos maiores projetos do estúdio canadense Oasis Animation, que já colaborou nas animações Arthur e Caillou. O estúdio também produziu a série Walter e Tandoori, exibida por aqui pelo Cartoon Network.

29 de outubro de 2011

Estreia: As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada

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Os irmãos Lúcia (Georgie Henley) e Edmundo Pevensie (Skandar Keynes) estão de volta para mais uma incrível aventura em As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada, que estreia dia 29 de outubro, sábado, às 22h, no Telecine Premium.

Dessa vez, eles chegam à Narnia através de um quadro, acompanhados do primo Eustáquio (Will Poulter). Caspian (Ben Barnes) não entende porquê os reis retornaram ao reino, já que seu mundo mágico está em paz. Começa, então, a saga desse grupo por cinco ilhas misteriosas, procurando pelas espadas encantadas dos sete Lordes de Telmar.

Um capítulo com personalidade própria, cheio de batalhas, magia, referências bíblicas e muita emoção, gerada pela amizade entre os personagens.

Inspirado em livro do irlandês C.S. Lewis, As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada foi a 12º maior bilheteria de 2010, arrecadando 415 milhões de dólares.

-> Texto do blog MUNDO ANIMADO.

28 de outubro de 2011

Estreia nos cinemas: O Retorno de Johnny English

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Se o Controle tem o Agente 86, o MI-7 tem Johnny English. O agente mais atrapalhado do Serviço Secreto Britânico está de volta após fazer um razoável sucesso na comédia que levou seu nome, em 2003.

Para justificar esta ausência de oito anos, os roteiristas criaram a ideia que Johnny English (Rowan Atkinson, o famoso Mr. Bean), após uma desastrada missão na África, foi expulso da inteligência britânica e se isolou num intenso treinamento entre monges tibetanos. Mas agora ele terá de voltar à ativa.

Claro que a história propriamente dita é o que menos importa neste O Retorno de Johnny English. O filme vale mesmo pelo carisma de Atkinson, que consegue arrancar algumas boas risadas, ainda que atuando num roteiro onde a maioria das piadas é bastante previsível. Mas este é o diferencial de quem tem talento: mesmo sendo fácil antever que acontecerá, o riso acaba sendo inevitável, graças a Atkinson. E provavelmente só a ele.

Sim, existem algumas boas situações. Provavelmente a melhor delas seja o fato do Serviço Secreto Britânico ter sido privatizado, patrocinado por uma multinacional japonesa, e agora se chamar “Toshiba Inteligência Britânica”. Uma deliciosa sátira ao capitalismo excessivo. Mas o restante das gags se apoia mesmo sobre a paródia a 007 (inclusive na trilha sonora) e sobre as peculiaridades do protagonista.

O Retorno deJohnny English não é um filme de gargalhadas, mas de sorrisos. Compatível, diga-se, com o humor britânico, mais sutil que o escancarado norte-americano. Talvez o público brasileiro estranhe a ausência de grosserias.

Ah, vale a pena esperar mais um pouquinho durante os créditos finais.

-> Texto de Celso Sabadin, do site CineClick.

27 de outubro de 2011

Halloween no Cartoon Network

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O Cartoon Network também vai ter um especial de Halloween, com uma maratona de 19 horas só de programas que vão meter medo em todos. O especial começa no domingo, dia 30, às 9h, e acaba só às 4h, do dia 31.

Haverá vários "clássicos" e desenhos lançados a pouco tempo com o tema de Dia das Bruxas, como Scooby-Doo! Mistério S.A, As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy, O Incrível Mundo de Gumball, Garfield, etc.

Ainda terá a estreia de "Coraline e o Mundo Secreto". No filme, Coraline é uma menina que se mudou para uma casa antiga com sua família e acaba descobrindo uma passagem secreta para um mundo ao contrário, mas muito perigoso. A direção é de Tim Burton.

Vídeos e pôster animado de Gato de Botas

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Depois de dizer porque usar calças é ruim, que os gatos são os melhores e ele é o melhor gato de todos (Ufa!), o Gato de Botas agora está homenageando a famosa cantora Lady Gaga. No seu mais novo vídeo, os personagens dançam e cantam a música "Americano", de Lady Gaga.

Além dessa homenagem a ela, há mais um trailer do filme (de novo com a música "Americano"). E também há o pôster animado do filme, com a "perseguição" que o Gato de Botas faz a uma luz. Aliás, o pôster é bem bonito.

Vamos conhecer a lenda do Gato de Botas (Antonio Banderas) antes de conhecer Shrek. Ele era um "ladrãozinho" e queria pegar a valiosa gansa dos ovos de ouro. Mas para isso, ele terá a ajuda de Humpty Dumpty (Zach Galifianakis), um ser mitológico bem inteligente e de Kity Patamansa (Salma Hayek), uma gatinha bem esperta.

Mas sem querer, eles acabaram salvando o dia! E pelo jeito vai rolar um clima entre o Gato de Botas e Kity Patamansa. Fortes emoções aconteceram... A direção é de Chris Miller, de Shrek Terceiro.

O filme vai ter estreia amanhã nos EUA, mas no Brasil, ele tem previsão para estrear no dia 9 de dezembro, com cópias dubladas em 2D e em 3D. Veja os vídeos e o pôster animado.



26 de outubro de 2011

Estreia nos cinemas: Um Gato em Paris

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Está em cartaz nos cinemas de 21 cidades brasileiras o filme Um Gato em Paris. A animação é francesa (o nome original do filme é Une Vie de Chat) e tem uma história policial superdifícil de se encontrar em filmes infantis!

O gato é Dino, que vive em duas casas. De dia, ele fica com a Zoé, a filha de Jeanne, uma chefe de polícia. À noite, o bichano torna-se o companheiro do ladrão Nico. O filme foi todo desenhado à mão. Que trabalheira! Por isso, ele demorou cinco anos para ficar pronto. O filme é Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli. Assista ao trailer abaixo:


-> Parte do texto do site da Revista RECREIO.

25 de outubro de 2011

Notícias da semana: De 24/10 a 30/10

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Estreia nos cinemas: O Retorno de Johnny English - A partir do dia 28, nos cinemas nacionais - Rowan Atkinson está de volta no papel do agente secreto acidental, que não conhece o medo nem o perigo, na comédia de suspense e espionagem O Retorno de Johnny English. Em sua mais recente aventura, o mais improvável funcionário da inteligência do Serviço Secreto de Sua Majestade deverá deter um grupo de assassinos internacionais antes que eles eliminem um líder mundial e causem o caos global.

Estreia nos nos cinemas: Palavra Cantada - A partir do dia 28 de outubro, somente na Rede Cinemark de todo o Brasil - Primeiro show infantil filmado em 3D no Brasil. Sandra Peres, Paulo Tatit e os músicos do "Palavra Cantada" exploram suas músicas e brincadeiras de forma inédita no Brasil.

Dia Internacional da Animação - Dia 28, em todo o Brasil - Mostra de curtas-metragens nacionais e interncionais. Foi nesta data que, em 1892 (3 anos antes do cinematógrafo ser apresentado pelos irmãos Lumiere), que Emile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi à primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo.

Estreia: As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada - Dia 29, às 22h no TeleCine Premium - Lucy e Edmund Pevensie retornam a Nárnia com seu primo Eustáquio, onde reunem-se com o príncipe Caspian para uma viagem. Ao longo do caminho eles encontram dragões, anões, e um grupo de guerreiros perdidos, nessa fantástica aventura.

Especiais de Halloween - No Cartoon Network e no Disney Channel - Para comemorar o dia das bruxas, o Cartoon Network vai exibir um especial chamado "Maratona do Medo", que terá 19 horas (a partir das 9h do dia 30 até às 4h do dia 31). No Disney Channel, terá o "Abracadubro", também com desenhos de dar medo.

21 de outubro de 2011

Estreia nos cinemas: Gigantes de Aço

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Sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, desbancando promessas como a refilmagem de Footloose, a aventura Gigantes de Aço pode parecer simples, mas tem um DNA poderoso. Produzido por Steven Spielberg, estrelado por Hugh Jackman, dirigido por Shawn Levy, ele ainda é baseado em um conto (Steel, de 1954) de Richard Matheson, o celebrado autor de livros e roteiros de fantasia, terror e ficção científica.

O escritor é conhecido por colocar pessoas comuns em excêntricas situações, mais do que criar cientistas malucos e super-heróis. Contribuiu para a série Além da Imaginação, escreveu Eu sou a Lenda, base de três filmes, a saber, Mortos que Matam (1964, com Vincent Price), A Última Esperança da Terra (1971, com Charlton Heston) e, finalmente, Eu sou a Lenda (2007, com Will Smith). Foi de Matheson também a ideia do primeiro filme de Spielberg, Encurralado (1971).

Em Gigantes de Aço, no entanto, a genética dos criadores mudou os rumos do filme. Em um futuro próximo, 2020, os esportes de luta foram banidos pela intensa violência que apresentavam. Isto porque as pessoas ficaram tão afoitas para ver sangue nos ringues que, no fim, precisaram substituir os lutadores por robôs. É neste contexto que habita Charlie Kenton (Jackman), um ex-boxeador azarado, às voltadas com máquinas de briga sucateadas para conseguir sobreviver.

A situação dele piora quando morre a mãe de seu filho Max (Dakota Goyo), criança de 11 anos, que Charlie nunca quis conhecer. Porém, como a guarda do garoto é disputada pelos tios ricos, Debra (Hope Davis) e Marvin (James Rebhorn), ele vê aí uma oportunidade de negócio: uma bolada pela custódia. Esquema que é aceito por Marvin, com a condição de que o pai passe o verão com o garoto para que consiga viajar tranquilo com a esposa Debra.
Seria uma situação chocante sob diversos pontos de vista, mas o insólito desenvolvimento desse relacionamento é bem-trabalhado por um roteiro que aposta no humor ácido, pelo menos a princípio, para integrar os personagens. Chega a ser assustadora a naturalidade com que o jovem ator Dakota Goyo diz “se me vendeu, pelo menos mereço a metade do pagamento”, que depois se transforma em piada.

Em outra cena que demonstra o desleixo do pai com o filho, Max cai de um penhasco dentro de um ferro velho e é salvo por um robô, que estava por ali semienterrado. O rapaz se apega a seu salvador, que recebe o nome de Atom, e força o pai a colocá-lo em lutas, mostrando que um campeão pode vir de qualquer lugar, até mesmo do entulho. Atom passa a ser a força motriz para a relação familiar dar certo.

John Gatins, Dan Gilroy e Jeremy Leven, que assinam a adaptação da história e o roteiro, mantêm a complexidade moral de pessoas comuns em situações bizarras (um dos temas de Matheson). No entanto, introduzem novos elementos, como a relação entre o garoto e o pai (tão cara a Spielberg) e um humor condescendente, do qual o diretor canadense Shawn Levy (de Uma Noite Fora de Série) também gosta.

Destaque também para as referências à franquia Rocky – Um Lutador, em especial à última luta, quando o campeão Zeus (pai de Apollo) é desafiado por Atom. Aliás, as lutas são outro ponto forte do filme, cujos movimentos foram capturados pela produção a partir de lutadores reais, supervisionados pelo astro do boxe Sugar Ray Leonard.

Em seus devaneios futurísticos (muito embora o futuro dele fosse a década de 1970), Matheson mostra um mundo cada vez mais desumanizado. Gigantes de Aço, no entanto, tem como mensagem o oposto. Piadista, Levy disse que seu filme se passa em 2020 porque não queria uma ficção científica extrema. Em entrevista, chegou a dizer: “Queria o mundo mais familiar (para os espectadores). Um aparelho de celular pode mudar em 10 anos, mas o jantar vai continuar parecendo um jantar".

-> Texto de Rodrigo Zavala, do site CineWeb.

19 de outubro de 2011

Beavis e Butt-Head voltarão!

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Depois alguns anos desparecidos, a dupla de jovens mais irada da televisão está de volta. No dia 27 de outubro, estreia na MTV americana uma nova versão do animado Beavis & Butt-Head e o canal resolveu divulgar o primeiro trailer completo desse retorno (assista ao vídeo no site da revista New York).

O primeiro episódio, batizado de Holy Cornholio, vai mostrar como Beavis consegue parafusar um soldado de brinquedo à sua mão. Claro que a tentativa acabou mal e ele foi levado ao hospital. Chegando lá, um culto religioso acredita que ele é o novo enviado dos céus por ter cicatrizes parecidas com as chagas de Jesus.

A nova animação vai trazer Beavis e Butt-Head comentando sobre as lutas da UFC, clipes do YouTube e até mesmo séries como Jersey Shore e Teen Cribs, mesclando desenho com live-action - como você poderá conferir no vídeo.

Apesar de renovada, o animado continua com o mesmo estilo "tosco" e os protagonistas ainda usam suas famosas camisetas do AC/DC e do Metallica.

A série se tornou um ícone da chamada "Geração X" de duas décadas atrás. Criada por Mike Judge (que também assina O Rei do Pedaço), apresenta histórias curtas focadas em Beavis e Butt-Head, adolescentes sem muito o que fazer nas horas vagas e passam os dias ouvindo metal, assistindo a viodeclipes e reclamando da vida. Eles moram e estudam na cidade fictícia de Highland - acredita-se que ela esteja localizada em algum ponto nos sul dos Estados Unidos.

Em 1996, a série gerou o longa-metragem Beavis & Butt-Head Conquistam a América, no qual a dupla tem sua televisão roubada e cruzam o país inteiro atrás do ladrão se metendo em diversas confusões.

Após o fim da série (exibida originalmente no canal MTV entre 1993 e 1997), Judge dirigiu filmes como Como Enlouquecer Seu Chefe e Idiocracy e a animação King of the Hill. Em 2009, ele ressuscitou a dupla para o trailer de seu novo filme, Extract.

-> Texto do blog MUNDO ANIMADO.

17 de outubro de 2011

Notícias da semana: de 17/10 a 23/10

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Estreia: Julie e os Fantasmas - Todas as segundas-feiras, a partir do dia 17, às 20h25, após o jornal da Band, na Rede Bandeirantes; e todas as quintas-feiras, a partir do dia 20, às 19h30, na Nickelodeon - Julie é uma adolescente normal e decidi se inscrever no festival de música da sua escola. Mas ela está muito nervosa por ter que se apresentar sozinha no palco. Mas um disco antigo e mágico guarda uma antiga banda de fantasmas e esses fantasmas vão mudar a vida de Julie.

FICI 2011 em Recife - Até o dia 23 de outubro, no Cinemark em Recife - O Festival Internacional de Cinema Infantil fica até o próximo domingo, dia 23, em Recife, Pernambuco! Não perca: no FICI, você pode se divertir com uma programação especial, cheia de filmes brasileiros, infantis e outros gêneros.

FICI 2011 em Belo Horizonte - A partir do dia 21 de outubro, no Cinemark em BH - E o último lugar que o FICI vai passar, chegou! E desta vez, é a capital mineira. O FICI tem filmes nacionais e internacionais que foram e ainda serão lançados nas telonas brasileiras. Vale a pena pra toda a família!

14 de outubro de 2011

Estreia nos cinemas: Winter, o Golfinho

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A criaturas famosas que andam povoando o oceano do entretenimento – Moby Dick, Flipper, a baleia Willy, Bob Esponja, Polvo Paul, entre outros – acabam de ganhar um novo companheiro, a protagonista de Winter, O Golfinho, filme claramente destinado apenas ao público infantil, e que estreia em cópias dubladas e nas versões 3D e convencional.

Os adultos podem torcer o nariz – afinal, o filme é um tanto óbvio –, mas, para a criançada funciona bem. Golfinhos são animais cativantes e inteligentes e o cinema sempre lhes ressalta essas qualidades. Nos EUA, o filme chegou a liderar a bilheteria norte-americana em sua estreia, há duas semanas.

A golfinho Winter encalha numa praia da Flórida, com a cauda seriamente machucada. Com a ajuda de um pescador e de um garoto chamado Sawyer (Nathan Gamble, de Marley e Eu), a golfinho é levada para um aquário público, onde receberá atenção de veterinários e alimentação, enquanto se recupera num tanque.

Sawyer, que é uma criança-problema para a mãe (Ashley Judd), deixa de frequentar a
recuperação na escola durante as férias de verão e passa a ir todos os dias ao aquário para visitar Winter. Ajudar o animal a se recuperar torna-se a razão de viver do garoto.

Mas, para o diretor Charles Martin Smith e os roteiristas Karen Janszen e Noam Dromi, pouca desgraça é bobagem. Não basta a golfinho perder o rabo e ter dificuldade para se locomover, como também começa a ter problemas na coluna. Além disso, o aquário não tem mais verba, deverá ser fechado e nenhum zoológico ou outro aquário quer ficar com Winter.

E não para por aí. Paralelamente, o primo de Sawyer é um jovem soldado (Austin Stowell), recém-saído da academia, que se fere e fica preso a uma cadeira de rodas e não pode mais seguir em frente com sua carreira promissora como nadador.

A novidade na história está quando o veterinário (Harry Connick Jr.), aliado a um protético (Morgan Freeman), tenta inventar uma cauda artificial para o animal. Ao mesmo tempo, a filha do veterinário (Cozi Zuehlsdorff) e Sawyer armam um evento para salvar Winter e o aquário.

Winter, o golfinho desliza para um melodrama em vários momentos. Mas a história real da golfinho torna-se um símbolo de superação. Motivando crianças com problemas físicos, consegue ser emocionante sem nunca cair no exagero ou na manipulação. Talvez esteja aí – mais na questão da capacidade individual de cada um do que na superação em si – que resida o que há de mais interessante e importante no filme.

-> Texto de Alysson Oliveira, do site CineWeb.
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